Análise: The Last Cube

The Last Cube não é um jogo que vai causar muito entusiasmo na maioria dos jogadores. As imagens não são impressionantes e no geral não há aqui nada que vá deixar os jogadores de boca aberta de espanto. The Last Cube é um puzzle platformer que nos coloca a controlar o cubo que dá nome ao jogo e basicamente temos de completar os vários níveis do jogo e no final salvar o mundo ou qualquer coisa do género. Isto pode descrever todos os jogos, mas The Last Cube é realmente linear, por isso é mais verdade aqui do que no resto dos jogos.

O mundo do jogo é colorido e vibrante, mas também desolado. Podemos encontrar algumas explicações sobre o mundo do jogo espalhadas pelo mundo do jogo. Em termos de jogabilidade não temos muito para perceber além de mover a personagem cubo. Não há muito para inventar e falhar em termos de jogabilidade, mas se jogarem com um comando usem o D-Pad, já que o analógico é um pouco sensível. Os níveis são projetados para serem acessíveis o suficiente para não se tornarem frustrantes, mas um movimento errado é o suficiente para perder. Os puzzles do jogo ganham vida com o sistema de adesivos. Esta pequena e brilhante mecânica de jogo envolve seis adesivos diferentes, cada um com a sua própria habilidade especial e podemos usá-lo passando por cima deles, no entanto, só podemos usar a habilidade de cada adesivo quando este estiver visível na face superior do cubo. Isto parece bastante simples início, mas com o tempo está longe de o ser.

O primeiro adesivo que desbloqueamos é uma cruz azul que nos permite girar o cubo. Podem ver como a introdução de algumas destas mecânicas pode diversificar os puzzles do jogo. Alguns puzzles simples são abertos e ajudam-nos a perceber como funciona cada uma destas habilidades. The Last Cube começa a ficar realmente desafiante em pouco tempo, mas em pouco tempo vai-se fazendo luz em cada um dos níveis do jogo.

Os adesivos são apenas parte do desafio. Existem outros perigos e puzzles que envolvem outros elementos, mas tudo o resto é mais ou menos standard dentro do género, mas os adesivos são originais. Uma das mecânicas mais utilizadas é ativar botões e para o fazer temos de corresponder o adesivo correto com o botão, mas conseguir fazer essa correspondência é o verdadeiro desafio. Como referi antes o jogo não está muito preocupado em ser frustrante e este indica-nos a forma mais rápida carregando na tecla de ajuda. Existem seis ambiente diferentes do jogo e cada um é mais desafiante que o outro. O design de nível é realmente bom e mesmo os níveis mais complicados não parecem impossíveis.

A campanha é bastante longa, com mais de 100 níveis. Os seis ambientes diferentes do jogo são distintamente separados, com design diferente e os seus próprios níveis temáticos. The Last Cube tem um estilo visual intrigante e atraente. Não é o jogo mais bonito do mundo, mas tem um bom uso de cores e é variado o suficiente. Se gostam do género, The Last Cube é surpreendentemente bom. Mesmo quem não costuma jogar nada do género tem muito para gostar aqui. O jogo é acessível o suficiente e pode ser bom até para o mais casual dos jogadores.

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