Análise: No Place Like Home

No Place Like Home é um farming simulator pós-apocalíptico que explora um futuro onde os humanos deram cabo da Terra de tal forma que tiveram que fugir para Marte. Há montes de lixo por todo o lado e o jogador joga como Ellen Newland. O trabalho de Ellen é partir e reciclar todo este lixo que está espalhado pela sua quinta. O jogador começa com ferramentas que podem sugar e perfurar o lixo e também derrotar inimigos robóticos. Em alguns elementos No Place Like Home joga-se como Super Mario Sunshine, mas em vez de uma mangueira e água temos uma espécie de aspirador da era espacial que suja o lixo.

Limpar o lixo requer partir montes de lixo e aspirar o resto. A mecânica principal do jogo é bastante simples, mas é capaz de criar um ciclo de jogo gratificante. É também um jogo relativamente relaxante e no final de limpar um dos biomas do jogo deixa-nos com um sentimento de satisfação. Nas áreas de que estamos encarregados de restaurar, temos também outras coisas para fazer além de limpar o lixo. Existem poucas personagens para conhecer e no geral o mundo é muito despovoado. A maioria dos humanos parece ter ficado na Terra em vez de irem para Marte, mas os que foram precisam da nossa ajuda. As missões que eles têm para nos oferecer incluem substituir filtros de água e arranjar coisas. São objetivos simples mas completá-los melhora o mundo onde a nossa personagem vive.

Neste momento o género onde No Place Like Home se enquadra já é terreno percorrido, mas os criadores do jogo conseguiram adicionar alguns elementos interessantes que fazem desta experiência algo diferente. Um dos elementos que é bastante próprio é o sentido de humor absurdo do jogo. Em vez de uma estética sombria, No Place Like Home apresenta céus azuis e campos verdes. É realmente interessante, especialmente porque a temática de No Place Like Home é praticamente tão sombria como a da concorrência.

O mundo de None Place Like Home não é um paraíso. Como já referi existe muito lixo, mas também existem robôs parecidos com aranhas que cospem ácido. A maior parte do tempo é gasto a limpar o lixo mas derrotar estas aranhas robóticas traz alguma variedade à jogabilidade. Mas o jogo está longe de ser perfeito, existindo alguns erros que variam entre o lamentável e o frustrante. Existem alguns erros ortográficos que são só lamentáveis, mas também existem algumas pequenas falhas que tornam o jogo mais frustrante do que deveria ser.

Apesar das suas falhas, No Place Like Home é um bom jogo. O ciclo da jogabilidade é bom e o mundo é bastante interessante de explorar. Não existe aqui nenhum erro que não seja possível de corrigir com um patch e não vejo razão para isso não acontecer no futuro próximo.

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